Seminário em Família

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Sensibilizamos desde a Família, o primeiro Seminário (cf. OT, n.2). NOTA PASTORAL...
Seminário Vocacional

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Acolhemos numa primeira experiência de comunidade de discernimento vocacional. ...
Seminário Pastoral

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Formamos no Seminário Interdiocesano, em Braga, até ao 5º ano do Mestrado Integrado em Teologia. ...
Pastoral Prática

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Ajudamos o candidato a aplicar à prática pastoral os conhecimento obtidos. Este ano de Formação em Pastoral...
Ano de Estágio

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A diocese acolhe o candidato para o dioconado, orientado em estágio em paróquia ou unidade pastoral. ...

Seminário em Família

Sensibilizamos desde a Família, o primeiro Seminário (cf. OT, n.2).

  • NOTA PASTORAL Missão 2016-2017

    “E eles deixaram tudo e seguiram Jesus”… São muitas as vezes em que, no Evangelho, aparece este ‘refrão’ – conclusão da experiência de alguns jovens, depois de se terem encontrado com Jesus. Foi, também, a minha decisão, a do Senhor Reitor do Seminário, a do teu Pároco, a de Madre Teresa de Calcutá, a de João Paulo II, a do Papa Francisco… Foi a decisão e escolha de tantas e tantos que tu conheces.

    Jesus de Nazaré, filho de Deus, Missionário do Pai, Amigo presente na Eucaristia, continua a passar nas Galileias das nossas terras, a chamar para um seguimento de amor, de generosidade, de aventura, de missão... Esta continua a ser grande, a precisar de jovens com o gosto da aventura e com o coração capaz de dar e de se dar, ao serviço da Missão.

    A proposta que te é feita pelo Reitor do Seminário, neste Ano Pastoral, procura apresentar-te um Caminho belo, concreto e desafiante, que te falará da Missão e do Senhor que convida e chama e envia quem A quer servir. Em nós – em ti e em cada um – está a decisão que pode dar um horizonte novo, grande e belo à tua vida. Esta experiência a que te convidamos durante este ano oferece-te a oportunidade de ouvires, de perto e de forma mais clara, a voz do Jesus que continua a chamar amigos para a Sua Missão.

    A proposta que faço à Diocese no Plano Pastoral para este ano 2016-2017: «Todos Discípulos – Todos Responsáveis» é, também, a pensar em ti. Isto é, a pensar em todos aqueles jovens que Jesus vai chamar neste ano e que vão aceitar esta Responsabilidade que irá trazer a cada um uma grande Alegria.

       A cada um de vós, desejo um feliz ano: na família, na escola, na vida. Espero conhecer-vos.

     

    VISEU, 29 de Agosto de 2016

    Vosso amigo bispo – Ilídio

  • ITINERÁRIO 2016-2017 Introdução

    Dentro do espírito do plano pastoral diocesano para este ano, que tem como tema “no ano favorável, discípulos responsáveis”, propomos, no âmbito do Seminário em Família, que uma das formas concretas de participação na renovação da Igreja diocesana seja a continuada sensibilização e o acompanhamento no discernimento vocacional de cada jovem a partir das famílias e comunidades.

    No que toca à Vocação Presbiteral, tão essencial à reforma da Igreja em todas as épocas históricas, uma das fontes primordiais da renovação da Igreja é a celebração dos Sacramentos, em que os Padres têm um papel fundamental, que lhes é dado pelo próprio Jesus Cristo no Sacramento da Ordem.

    Estamos convencidos de que esta dimensão vocacional é um dos aspetos caraterísticos da “fidelidade, criatividade e comunhão” que matizam a Carta Pastoral de D. Ilídio para nos ajudar a “imprimir” o tema deste ano na prática dessa renovação diocesana. Na verdade, formar padres, hoje, não acontece da mesma maneira que há 5 ou 10 anos atrás (muitos menos 30!), dados os condicionamentos e as realidades a que é necessário, através deste ministério, dar resposta criativa, na pressuposta base de uma resposta fiel ao Mestre que é Cristo (o verdadeiro formador!).

    O itinerário deste ano procura, pois, no diálogo que D. Ilídio nos propõe entre a fidelidade e a criatividade, ser um auxílio para a comunhão eclesial no que toca ao insubstituível papel dos (futuros) presbíteros.

    Neste folheto, informa-se sobre o objetivo geral do papel que o Seminário em Família tem nas famílias, paróquias ou unidades pastorais, apoiado na sua identidade ligada ao Seminário diocesano. Juntam-se-lhe os objetivos específicos das etapas em que se pretende acolher na fidelidade à gradualidade do acompanhamento dos rapazes.

    Objetiva-se, à partida, o que significa vir a ser padre na Diocese de Viseu, para, de comum acordo, se saiba que este ministério é a resposta a um chamamento prévio do Senhor, entre a liberdade do sujeito (subjetiva) a adequar aos valores (objetivos) do chamamento, para ser Dom de Deus no concreto desta porção da Igreja.

    Propõe-se uma série de encontros de fim-de-semana mensais e a ficha de inscrição que formaliza o acompanhamento, que não escusa a aproximação às famílias e comunidades de onde são provenientes.

    P. António Jorge

  • Objetivo geral do Seminário em Família

    Partindo do pressuposto que as comunidades cristãs e as famílias constituem o «primeiro seminário»*, o Seminário em Família tem como objetivo principal o apoio global organizado no fomento das vocações sacerdotais, através de iniciativas quer de aproximação aos mais novos no contexto onde vivem (comunidades e escolas) quer no acolhimento no Seminário diocesano para uma catequese e aprofundamento oportuno, num acompanhamento gradual, tendo sempre diante de toda a ação o seu fundamento e modelo: Jesus, o Bom Pastor, que chama alguns homens a configurar-se Consigo de forma especial para o bem do povo de Deus.

     

     

     

    * Cf. CONCÍLIO VATICANO II, Decreto Optatam Totius sobre a formação sacerdotal, nº 2.

  • Objetivos específicos

     

     

    Dos 10 aos 13 anos de idade:

     

     

     

    ·      Escutar a voz de Jesus a partir do que o adolescente aprende na catequese e celebra na liturgia.

     

    ·      Descobrir os valores do seguimento radical do Mestre.

     

    ·      Aventurar no conhecimento real da Igreja que está na diocese de Viseu, seus desafios pastorais e agentes.

     

     

     

    Dos 14 aos 17 anos de idade:

     

     

     

    ·    Ajudar a fazer escolhas (intelectuais, afetivas e motivacionais) que condigam com os valores da vocação sacerdotal.

     

    ·    Levar a contemplar testemunhos fortes de entrega e vivência da vocação sacerdotal.

     

    ·    Apoiar na tomada de consciência em vista a uma decisão +/– clara (ainda que intermédia) da possibilidade da admissão no Seminário Vocacional.

     

     

     

     

     

    A partir dos 18 anos de idade:

     

    (Pressupondo alguma maturidade humana, cultural e espiritual:)

     

     

     

    ·   Utilizar os meios adequados para averiguar o tipo de liberdade que o jovem vive para declarar a sua entrega ao Senhor, descobrindo com coragem a verdade dos seus sentimentos e motivações.

     

    ·   Aprofundar a sua relação íntima com Jesus Cristo, através de uma vida de oração intensa e uma frequente celebração dos sacramentos.

     

    ·   Proporcionar experiências de uma aproximação pastoral acompanhada pela equipa formadora do Seminário e pelo pároco, ajudando a conhecer o realismo da entrega e a viver com alegria, mesmo nos aspetos que a entrega não dispensa, o espírito de sacrifício que a missão sacerdotal comporta.

     

  • A POSSIBILIDADE DE VIR A SER PADRE

    1. Identidade segura

     

    É o “pontapé de saída” de toda e qualquer formação! É raro pensar-se que o presente e o futuro de uma pessoa depende, em larga medida, da consciência esclarecida de um passado de relações importantes: a terra onde se nasceu, os pais e os irmãos, os amigos da escola e até os conterrâneos que encontramos só de vez em quando. O que somos tem a ver com a forma como crescemos no tempo e no espaço, dependentes de todo o tipo de relações humanas.

    Tudo influencia o nosso ser pessoas e os valores naturais que fazem parte do nosso caráter e dinamizam a nossa personalidade. As qualidades, como as dificuldades, são elementos que traçam a linha do ponto de partida para a caminhada da vida, mesmo que nem tudo o que somos tenha dependido de nós. Assumir com coragem a realidade que somos é um bom começo para a transformação pessoal.

    Uma identidade segura não quer dizer uma aparência sempre bela, mas a realidade autêntica e uma atitude confiante quanto ao crescimento que é possível desenvolver, entre restauros e mudanças. Uma grande parte desta segurança vem da, também, assumida identidade cristã que nos caracteriza pela fé que os nossos pais partilharam connosco ao pedirem o Batismo à Igreja e da Catequese que nos fez conhecer e relacionar melhor com Jesus Cristo e com a comunidade celebrante. Da mesma forma, parte significativa da identidade pessoal vem-nos da cultura que nos envolve e que construímos com a aprendizagem dos conhecimentos escolares.

    Colocar a hipótese de vir a ser padre diocesano implica estar firme nas qualidades e ser tolerante em relação aos defeitos pessoais e consciente das limitações que encontramos no ser pessoal e à nossa volta, procurando ter uma memória feliz da própria história. O Mestre capacita os que chama, o que requer docilidade suficiente, para além do esforço da transformação pessoal.

    Para uma identidade segura, somos chamados a educar-nos para uma renovação contínua da nossa mente (cf. Rm 12, 2).

     

    2. Pertença consciente

     

    É frequente acontecer não estarmos totalmente presentes no tempo e no espaço a que pertencemos, pelo facto natural de estarmos constantemente à procura daquilo que nos faz felizes. Temos um coração que parece um barquito que anda à roda, sem saber para onde ir, deixando-se somente impelir pelos ventos que sopram mais fortes. Quando damos conta, voltamos às mesmas águas paradas.

    Estar consciente de que pertencemos a algum lugar ou a Alguém, significa que precisamos de remar não só com “porto” dos nossos sonhos, mas com um “remo” mais realista que são as motivações pessoais e as proclamadas pela comunidade dos crentes. Implica estar ancorado nos valores do Evangelho experimentados pela própria Igreja particular.

    Um padre diocesano é chamado a fazer parte de uma família especial de Presbíteros que, unidos a um Bispo, numa diocese, procuram viver numa harmonia capaz de dar testemunho do amor de Deus na Barca segura que é a Igreja, chamada, por sua vez, a ser casa de acolhimento para todos.

    Para uma pertença consciente vamos procurar ter os mesmos sentimentos que estão em Jesus Cristo (cf. Fl 2, 5; Rm 15, 5).

     

    3. Disponibilidade para o serviço

     

    Um dia o Mestre disse aos seus discípulos: «Vós sois meus amigos, se fizerdes o que vos mando» (Jo 15, 14). No final de contas, ser isto ou ser aquilo na vida implica sair de si mesmo, arregaçar as mangas e não ter medo de exercer, ensaiando o que se propõe ser na prática. Se não for assim, não passaremos de servos inúteis ou, na pior das hipóteses, funcionários do sagrado. No “vir a ser padre”, o que importa é, antes de tudo, descobrir e acolher a amizade de Jesus, sabendo que Ele quer fazer o impossível na nossa vida e na vida de todos os que Ele quer que façamos todo o possível, em comunhão com um Bispo e em fraternidade presbiteral, com os dons que nos vai dando por intermédio do Espírito Santo (cf. Jo 15, 15).

    Deixar-se conduzir pelo Espírito de Jesus implica regressar sempre à família, à paróquia, à escola, aos amigos, etc., para nunca nos esquecermos de onde partimos, mas para sairmos sempre melhorados como discípulos-missionários ao encontro da missão que Ele nos convida a assumir para o bem do povo de Deus.

  • CRITÉRIOS PARA ADMISSÃO DEPOIS DO SEMINÁRIO EM FAMÍLIA*

     

    * Para o Seminário em Família não se fala de admissão propriamente dita, porque os rapazes já fazem parte dela (até seria um contrassenso), uma vez que a Igreja define as famílias e as comunidades como o primeiro Seminário (cf. OT 2). Bastará, portanto, uma simples inscrição no acompanhamento.

     

    Ao Seminário Vocacional

     

     

     

    Sendo a etapa de Seminário Vocacional um percurso propedêutico do Seminário Maior (Pastoral), com o objetivo fundamental de, para além de proporcionar um discernimento mais aprofundado da vocação sacerdotal, ajudar o adolescente a «preparar-se para seguir Cristo Redentor com ânimo generoso e coração puro» (Optatam Totius, 3). Para a integração na comunidade educativa, propõe-se a atenção dos critérios que se seguem:

     

     

     

    a)   Que a possibilidade de vir a entrar no Seminário venha de uma decisão livre do jovem.

     

     )   Seja batizado e, pela frequência assídua à catequese, tenha uma consciência mínima de ser discípulo de Jesus cristo.

     

    c)   São sinais suficientes o desejo de conhecer a própria vocação e o acolhimento do percurso vocacional do Seminário.

     

    d)   Demonstre-se, num modo proporcionado à idade, aquelas qualidades fundamentais de humanidade, de fé e de disponibilidade que lhe permitam a proposta educativa do Seminário.

     

    e)   Avaliem-se os seus dotes intelectuais requeridos pelos futuros empenhos no estudo.

     

    f)    Considere-se a participação na vida paroquial.

     

    g)   Conheça-se a sua família e tenha-se em conta o parecer e a autorização dos pais.

     

    h)   Tenha-se em conta o parecer favorável do pároco.

     

    i)     Requer-se que tenha havido, por parte do candidato, pelo menos durante um ano, a participação assídua no itinerário do Seminário em Família.

     

     

    Ao Seminário Pastoral (Maior)

     

     

     

    «Estabeleceu doze para estarem com Ele e para os enviar a pregar» (Mc 3, 14) é o ícone do Evangelho que melhor descreve a comunidade apostólica reunida à volta de Jesus, que, sinteticamente, carateriza a etapa da formação sacerdotal. Os principais objetivos do Seminário Maior ou Pastoral são: intensa vida espiritual, forte experiência comunitária, aprofundado discernimento vocacional, maturação de uma personalidade equilibrada e consistente, aquisição da necessária competência teológica e cultural, e introdução ao ministério pastoral, a partir de uma integração harmónica da espiritualidade do presbítero diocesano, que se alimentará de uma feliz participação da caridade pastoral de Jesus Cristo.

     

    Ser admitido à formação sacerdotal implica:

     

     a) A assiduidade a um acompanhamento prévio que possibilite a averiguação das alíneas de a) a f) dos critérios para a admissão ao Seminário Vocacional.

     

     b)   O depoimento do pároco ou de um outro presbítero que ajude a confirmar os dotes humanos e morais, espirituais e intelectuais, saúde física e psíquica, e a vontade reta requerida para assegurar a consistência do ministério sacerdotal (cf. CDC can. 241 §1).

     

     

    c)   Ter celebrado o Sacramento da Confirmação, para uma melhor formação na base da consciência e vivência feliz do ser discípulo-missionário.

     

     

    d)   Manifestar uma abertura transparente e uma docilidade alegre para se deixar formar na base de uma identidade segura, uma pertença consciente e uma disponibilidade para o serviço tão necessária à fraternidade entre os presbíteros e à fidelidade no serviço em comunhão com o Bispo diocesano (cf. páginas 13-17).

     

     

     

  • CALENDARIZAÇÃO 2016-2017

    Para além do contacto com os seminaristas no âmbito das famílias, paróquias ou unidades pastorais e arciprestados, e de ações concertadas com a Pastoral das Vocações, propõe-se a assiduidade à experiência periódica de vida comunitária no Seminário, nos fins-de-semana abaixo propostos, iniciando com o jantar de sexta-feira (19:30) e terminando depois do almoço de domingo.

    Primeiro trimestre:

    ·         21-23 out. 2016

    ·         25-27 nov. 2016

    Segundo trimestre:

    ·         20-22 jan. 2017

    ·         17-19 fev. 2017

    ·         17-19 mar. 2017

    Terceiro trimestre:

    ·         26-28 mai. 2017 - Este encontro não se realizará!!

    ·         27-30 jun. 2017 - Campo de Férias: informações e inscrição

     

    NOTAS PRÁTICAS:

    1.   Os fins-de-semana realizar-se-ão todos no Seminário Maior de Viseu, sito no Largo de Santa Cristina, à exceção do campo de férias em junho (espaço ainda em estudo).

    2.   Os serviços da casa comportam lençóis e toalhas; cada seminarista terá de trazer a roupa e higiene pessoal. Sugere-se o contributo de 10 € por fim-de-semana.

    3.   Pede-se que os inscritos tragam sempre para os encontros todos os subsídios que se vão disponibilizando ao longo do itinerário.

  • Inscrição

    A inscrição no Seminário em Família pode ser feita a partir dos 10 anos de idade (5º ano de escolaridade).

    A ficha de inscrição faz parte deste PDF, onde se incluem todas estas informações (pode também descarregar-se separadamente aqui).

    A participação nos encontros do Seminário em Família requer o conhecimento e assinatura do pároco, para além do conhecimento e assinatura de um dos pais/encarregado de educação.

    A admissão ao Seminário Vocacional e Pastoral dependem da assiduidade aos encontros do Seminário em Família. No caso de os rapazes terem mais de 18 anos de idade, estes encontros podem ser personalizados.

    A equipa do Seminário dispõe-se a ir ao encontro dos jovens onde eles estão, de acordo com os párocos e professores de E.M.R.C..

  • Campo de Férias 27-30 de junho de 2017

    LEMAUma missão mais alta a realizar: receber para dar

    TEMAn.º 18 de “A Alegria do Amor”

    DESTINATÁRIOS - Rapazes do 5º ao 11º ano de escolaridade (10 aos 16)

     

    Informações práticas:

    1 - Os pais/educadores que quiserem proporcionar esta experiência de discernimento vocacional aos seus filhos/educandos, deverão apresentar esta possibilidade aos seus párocos, no sentido de refletir sobre esta possibilidade, a tempo de os inscreverem.

    2 - O Campo de Férias vai acontecer no Seminário Maior de Viseu; iniciará com o jantar da terça-feira, pelas 19h30, e terminará com o almoço de sexta-feira.

    3 - É preciso levar: vestuário de desporto, higiene pessoal, saco-cama, 20 euros para ajudar nas despesas.

    4 - Data limite de inscrição: 25 de junho de 2017, até à meia-noite.

    5 - Deverá ser preenchido ESTE FORMULÁRIO, que deverá ser assinado pelo encarregado de educação e pelo pároco, ou o que o pároco dispõe em papel para o efeito.

     

    ____________________________De "A Alegria do Amor", n.º 18: O Evangelho lembra-nos também que os filhos não são uma propriedade da família, mas espera-os o seu caminho pessoal de vida. Se é verdade que Jesus Se apresenta como modelo de obediência a seus pais terrenos, submetendo-Se a eles (cf. Lc 2, 51), também é certo que Ele faz ver que a escolha de vida do filho e a sua própria vocação cristã podem exigir uma separação para realizar a entrega de si mesmo ao Reino de Deus (cf. Mt 10, 34-37; Lc 9, 59-62). Mais ainda! Ele próprio, aos doze anos, responde a Maria e a José que tem uma missão mais alta a realizar para além da sua família histórica (cf. Lc 2, 48-50). Por isso, exalta a necessidade de outros laços mais profundos, mesmo dentro das relações familiares: «Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática» (Lc 8, 21).

     

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